Saúde / Bem-Estar
Cinco hábitos do dia a dia que aceleram o envelhecimento e colocam o coração em risco
Especialista alerta para práticas comuns que aumentam inflamação, desgastam o organismo e favorecem doenças cardiovasculares
21/04/2026
14:00
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
Manter uma rotina saudável vai muito além de apenas comer bem e praticar exercícios. Alguns comportamentos aparentemente comuns podem acelerar o envelhecimento do organismo e comprometer a saúde cardiovascular ao longo dos anos.
O cirurgião cardíaco Jeremy London destacou, em publicação nas redes sociais, cinco hábitos frequentes que favorecem inflamações, prejudicam as células e aumentam a sobrecarga do coração. Segundo o médico, pequenas mudanças no estilo de vida podem trazer benefícios importantes e ajudar a preservar a saúde por mais tempo.
O tabagismo continua entre os fatores mais nocivos para o envelhecimento precoce. Segundo o especialista, tanto o cigarro tradicional quanto o eletrônico liberam substâncias tóxicas que aumentam o estresse oxidativo, danificam o DNA e elevam o risco cardiovascular.
Além disso, fumar favorece:
A falta de movimento diário compromete a circulação, reduz a capacidade cardiorrespiratória e prejudica o funcionamento das mitocôndrias, estruturas responsáveis por gerar energia celular.
Com o tempo, o sedentarismo pode contribuir para:
O estresse constante mantém o corpo em estado de alerta prolongado, elevando hormônios como cortisol e adrenalina. Isso pode afetar o sono, a imunidade, a pressão arterial e o coração.
Também está ligado a:
O sono é um período essencial de recuperação física e mental. Dormir mal ou poucas horas aumenta inflamação, piora hormônios metabólicos e prejudica o sistema cardiovascular.
A privação de sono está associada a:
Dietas ricas em ultraprocessados, açúcar e excesso calórico favorecem gordura abdominal, resistência à insulina e alterações metabólicas que impactam diretamente o coração.
Em muitos casos, o envelhecimento acelerado não vem da idade, e sim da soma de hábitos ruins mantidos por anos. A boa notícia é que mudanças simples e consistentes costumam gerar impacto real na saúde.
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