Economia / Social
Caixa libera parcela de março do Bolsa Família para beneficiários com NIS final 3
Pagamento desta sexta-feira mantém valor mínimo de R$ 600, eleva média nacional para R$ 683,75 e alcança 18,73 milhões de famílias em todo o país
20/03/2026
06:45
DA REDAÇÃO
©DIVULGAÇÃO
A Caixa Econômica Federal realiza nesta sexta-feira, 20 de março de 2026, o pagamento da parcela de março do Bolsa Família para os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. Neste mês, o programa atende 18,73 milhões de famílias em todo o Brasil, com valor médio de R$ 683,75 por domicílio.
O benefício mantém o piso de R$ 600 por família, mas o valor final sobe conforme a composição familiar e os adicionais previstos pelo programa. Entre eles, está o repasse de R$ 150 por criança de até 6 anos, além de parcelas extras de R$ 50 destinadas a gestantes, nutrizes e também a crianças e adolescentes de 7 a 18 anos. O Benefício Variável Familiar Nutriz ainda garante seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses.
De acordo com os dados divulgados pelo governo federal, o investimento total no programa em março chega a aproximadamente R$ 12,76 bilhões a R$ 12,77 bilhões, conforme arredondamento apresentado nas publicações oficiais e na cobertura da Agência Brasil. A maior parte dos lares atendidos continua sendo chefiada por mulheres, que representam 84,14% dos responsáveis familiares vinculados ao benefício.
No calendário regular, os depósitos do Bolsa Família ocorrem nos últimos dez dias úteis do mês, de forma escalonada conforme o final do NIS. Os beneficiários podem consultar valor, composição da parcela e data de liberação por meio do aplicativo Caixa Tem, utilizado para movimentação das contas poupança digitais do banco.
Neste mês, parte dos pagamentos foi antecipada em municípios atingidos por eventos climáticos extremos ou por situações de vulnerabilidade social. Houve liberação unificada em 171 cidades de nove estados, incluindo 126 municípios do Rio Grande do Norte, além de localidades em Minas Gerais, Amazonas, Bahia, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe.
Outro ponto de destaque continua sendo a chamada regra de proteção, mecanismo que permite a permanência temporária no programa para famílias que tiveram aumento de renda. Em março, cerca de 2,35 milhões de famílias estão enquadradas nessa condição, recebendo em média R$ 368,97. Pelas normas em vigor, quem entrou nessa faixa de transição a partir de junho de 2025 permanece por 12 meses, enquanto famílias incluídas anteriormente mantêm o prazo antigo de dois anos.
Desde a retomada do novo desenho do programa, também deixou de existir o desconto do Seguro Defeso sobre o benefício, mudança consolidada pela Lei 14.601/2023. A medida preserva integralmente o valor recebido por famílias que dependem da transferência de renda e, ao mesmo tempo, também têm vínculo com a pesca artesanal em períodos de restrição da atividade.
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